O presidente da Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (ANAB), Alessandro Acayaba de Toledo, realizou uma intensa agenda nos Estados Unidos. Entre 14 e 17 de outubro, ele participou da 2ª edição do Seminário Kaiser Permanente, em Oakland. A iniciativa, organizada em conjunto pela Kaiser Permanente e pela Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), proporcionou a líderes brasileiros da saúde verificar experiências de sucesso implementadas no setor norte americano.

Eles conheceram a estrutura e forma de trabalho da Kaiser Permanente, que é um consórcio norte-americano de cuidados gerenciado e reconhecido como um dos principais prestadores de serviços de saúde da América e planos de saúde sem fins lucrativos. Atualmente, atende a 12,3 milhões de pessoas em 8 estados norte-americanos.
 
Uma questão bastante abordada ao longo da visita foi a forma como a organização vem incorporando novas tecnologias para transformar os serviços de saúde. Foram apresentados exemplos de uso de telessaúde e de Big Data. Também foi compartilhado a abordagem da Kaiser Permanente sobre qualidade, destacando as estratégias para estimular a prevenção e estabelecer cuidado integrado.
 
“O seminário foi muito proveitoso por nos dar a oportunidade de conhecer como uma organização do porte da Kaiser Permanente está enfrentando os atuais desafios do sistema de saúde. Essa troca nos permite trazer novas ideias e pensar em novas soluções para o cenário brasileiro”, observa Alessandro.
 
A incorporação de tecnologias também foi o norte da ida do presidente da ANAB à Microsoft. Equipamento que grava a consulta e simultaneamente transcreve tudo que é dito, marcando de forma destacada o que é identificado por meio de uso de inteligência artificial como mais importante, gerando, ao final, uma sugestão de registro no prontuário; a inserção da tecnologia quântica em ressonância magnética, de maneira que o exame seja realizado em menos tempo, de forma mais assertiva e com mais qualidade de imagem e a aplicação de inteligência artificial para aumentar a assertividade de identificação do tamanho e localização de tumores de formar automatizada. Foram alguns exemplos vistos, durante a visita, do uso disruptivo da tecnologia.
 
“É inegável que a tecnologia está transformando os serviços de saúde e os Estados Unidos são um exemplo. Enquanto aqui ainda há discussão sobre o uso do prontuário eletrônico, lá apenas 12% dos registros são realizados em papel. Resultado de uma política de incentivo do governo para que ocorresse migração para prontuários eletrônicos”, destaca Alessandro.

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