A nova edição do Boletim Covid-19 está disponibilizada na plataforma virtual do portal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com informações e dados coletados até maio de 2021, demonstrando que houve, durante esse período, um aumento do número de beneficiários de planos de assistência médica e, em sentido contrário, uma queda do número de uso dos planos de saúde pelos beneficiários.

A utilização dos serviços de saúde disponíveis cresce lentamente na perspectiva atual, permanecendo um número inferior àquele observado antes da pandemia da Covid-19.

Por outro lado, a despesa e receita das operadoras de planos de saúde se manteve estável ao observado em período antes da pandemia, sendo possível perceber, nos canais de atendimento, uma queda de queixas relacionadas à Covid-19.

De acordo com os dados obtidos, o número de beneficiários de planos de assistência médica obteve um aumento de 0,32% em relação ao mês de abril. Por sua vez, no período de um ano (de maio de 2020 à maio de 2021) houve uma variação positiva de 4,04% no mês.

Ainda sobre a pesquisa, a taxa mensal de ocupação de leitos (que engloba leitos comuns e UTI) teve um breve aumento em relação ao mês de abril, subiu de 72% para 74%, mas ficou abaixo dos 76% registrados em maio de 2019. Por outro lado, a taxa de ocupação de leitos para Covid-19 se manteve estável.

Em relação aos exames necessários para detecção da Covid-19, nota-se que no mês de maio contabilizou 534.481 exames RT-PCR e 83.834 testes sorológicos, um leve aumento em relação à períodos anteriores, exceto em dezembro de 2020, quando houve a margem recorde de 817.955 testes do tipo RT-PCR e 191.365 sorológicos.

Referente às informações financeiras do setor, houve um aumento do índice de sinistralidade, que passou de 75% para 82%, quantia parecida àquela observada em relação ao período de 2019 (antes da pandemia da Covid-19), uma diferença, inclusive, em relação ao ano de 2020, que teve sua taxa de 72,4% (queda de 8% em relação à 2019).

Por fim, destaca-se que a Agência considerou dados e informações coletadas por 50 operadoras que possuem rede própria hospitalar, 99 operadoras para o estudo de fluxo de caixa, 97 operadoras para análise de inadimplência, além de demais dados e documentos necessários para a formação do Boletim.

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